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CINEMA ESCOLA

movies_01Da mesma forma que a música, o teatro e a literatura, o cinema, seja ele ficção ou documentário, curta ou longa-metragem, é uma expressão cultural importante do cotidiano e que pode ser extremamente útil como aproximação ou análise de um conteúdo. Uma ferramenta lúdica na compreensão de conteúdos incluído em uma sequência ou projeto didático. Expostos a esta metodologia, novos ângulos de visão, sensações, associações e experiências fortalecem a compreensão e geram reflexões que contribuem com o grupo e tendem a se prolongar por toda a vida.

cinema_salacinemaComece explicando os objetivos da exibição. Descreva o conteúdo e relacione com o conteúdo focado, sempre que possível ilustrando uma passagem do conceito teórico. "Isso é fundamental para não descaracterizar o cinema como um objeto cultural. Segundo Anderson Moço e Camila Monroe, do site http://revistaescola.abril.com.br (maio 2010), “o ideal é antecipar para a turma elementos da história, falar sobre o diretor e outras produções dele, comentar sobre os atores, mostrar a capa e a contracapa, ressaltar características técnicas, como a fotografia, contar curiosidades da época em que foi lançado e, principalmente, dizer por que gosta ou não daquele filme”.

O ideal nesse tipo de metodologia é que o professor conheça um pouco sobre a arte cinematográfica e sua estrutura, e que os alunos aprendam sobre os comportamentos comuns aos espectadores, como opinar sobre a obra e analisar questões técnicas. Tarefa difícil e muitas vezes secundária diante da proposta, tempo disponível e foco da disciplina ou projeto. A metodologia, porém, desperta a curiosidade, introduz os conceitos e dá um primeiro impulso.
Se o indivíduo compreende essa relação, os paralelos e a essência do trabalho, levará isso pelo resto de sua vida o que, por si só, será um objetivo alcançado pelo tutor: Incorporar a arte do cinema ao seu repertório cultural do aluno, ampliando, assim, sua potencialidade no exercício de uma postura crítica e reflexiva na vida e no trabalho.

Concordo com Silvinha Meireles, coordenadora do programa Cine-Educação, da Cinemateca Brasileira de São Paulo que diz: “Encomendar antes da sessão uma tarefa para a turma, como fazer um resumo, é um crime. A ideia é que todos se concentrem na obra. O espectador só observa e aprende a linguagem cinematográfica quando está imerso no filme. A tarefa na hora da exibição é assistir. E ponto.”

EM TEMPO:

ok_01Não é necessário passar todo o filme em aula. O professor pode selecionar os trechos que mais atendem às necessidades do trabalho.

ok_01A escolha da obra precisa levar em conta as capacidades dos alunos, a faixa etária e os conteúdos apresentados.

ok_01Os universos reais e fictícios projetados na tela simulam contextos e cenários que retratam valores individuais e coletivos, que poderão ser discutidos e ampliados por meio do debate com a comunidade escolar.


Referências
http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/cinema-escola-filmes-tecnologia-audiovisual-55604 4.shtml?page=4
http://culturaecurriculo.fde.sp.gov.br/cinema/cinema.aspx

 

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A TEORIA DE TUDO
FICHA TÉCNICA:

cinema_ateoriadetudo1Título: Theory of Everything (Original) 

Ano produção: 2014 


Dirigido por James Marsh   

Estreia: 29 de Janeiro de 2015 ( Brasil )
 
Duração:  123 minutos 

Classificação 12 - Não recomendado para menores de 12 anos 

Gênero: Biografia/Drama/Romance
 
Países de Origem: Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte


ok_01Resiliência ok_01Persistência e firmeza de propósito

 ok_01Determinação

Stephen Hawking e as controvérsias para desenvolver a teoria de tudo -
Polêmicas, debates acirrados, egos abalados e ideias malucas fazem parte da busca pela explicação final do universo

Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos.

Poucos são os cientistas que, tendo alcançado a fama entre seus colegas especialistas pelas importantes contribuições ao conhecimento humano, vencem também a barreira protetora da academia e se tornam conhecidos do grande público. Ainda mais raros são os que viram mitos. Einstein, por exemplo, é imediatamente lembrado pela cabeleira, a irreverente língua de fora e pelo vago uso da palavra “relativo”. Mas o papel de Einstein na iconografia pop parece estar sendo ultrapassado pelo físico inglês Stephen Hawking, que, como nenhum outro cientista, tem uma presença muito forte na mídia. Só para citar os mais conhecidos, já participou de seriados como Os Simpsons,  Star Trek e The Big Bang Theory, teve sua voz sintética utilizada por superbandas como Pink Floyd e Yes e sua comunicativa cabeça imortalizada em uma jarra do seriado Futurama.

Hawking foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, popularizada pelo recente desafio do balde de gelo, que progressivamente reduziu seus movimentos musculares e o confinou a uma cadeira de rodas. Atualmente, para se comunicar, ele usa um sintetizador de voz movido por um único músculo da bochecha e sua trajetória é contada, do ponto de vista de sua primeira esposa e mãe de seus filhos, no recente filme A Teoria de Tudo.

Hawking dedicou boa parte de sua carreira aos buracos negros e às condições iniciais do Universo, 13 bilhões de anos atrás. Fez grandes contribuições, como o mecanismo que explica como um buraco negro perde massa e evapora, efeito que leva o seu nome, a Radiação Hawking. Um buraco negro se forma quando um corpo celeste, cuja massa precisa ser algumas vezes superior à do nosso Sol, colapsa devido à sua própria gravidade. Ao redor do buraco negro a força gravitacional (ou, em termos relativísticos, a distorção do espaço-tempo) é tão forte que nem mesmo a luz tem velocidade suficiente para escapar. Esta região, que esconde tudo o que  ali acontece, é delimitada pelo chamado horizonte dos eventos. Ao redor dele, a luz apresenta uma complexa, e até há pouco tempo desconhecida, dança, pela primeira vez representada no filme Interestelar. A forma inusitada foi uma surpresa até mesmo para Kip Thorne, físico aposentado que agora se dedica ao cinema, amigo e colaborador de Hawking, e que foi o responsável pelas equações que, quando resolvidas numericamente, levaram à representação da luz espiralando na direção do buraco negro do filme. Este talvez seja o primeiro resultado científico, publicável, obtido por uma equipe de cinema.

Um buraco negro, portanto, consiste em uma enorme massa (o domínio de estudo da Relatividade Geral) em uma região extremamente pequena (o domínio quântico). A dificuldade surge porque cada um desses limites, separadamente, é descrito por teorias bem sucedidas experimentalmente, independentes, mas inconsistentes entre si. Ambas podem estar erradas, mas não corretas simultaneamente. O título do filme, a Teoria de Tudo, faz referência à busca, infrutífera até hoje, por Einstein, Hawking e muitos outros, por uma teoria unificada das interações da Física, uma gravitação quântica.

Atualmente a área é efervescente, com resultados que podem nos obrigar a reescrever os livros de Física. Por exemplo, na intersecção da cosmologia com a física de partículas, a matéria escura e a energia escura compõem, juntas, cerca de 95% da massa/energia do Universo e ainda assim não sabemos qual a sua origem e composição. Não temos uma teoria para elas, mas as evidências experimentais são fortes. A matéria escura causa efeitos gravitacionais sobre a matéria visível, e a energia escura, permeando todo o Universo, acelera sua expansão. Teorias são ampliadas e fagocitam suas antecessoras, aumentando seus domínios de atuação. Estas, por sua vez, não são abandonadas, mas continuam úteis (por exemplo, a descrição da gravitação feita por Newton há mais de três séculos ainda é boa o suficiente para mandar um satélite para o espaço, mas não para o GPS do seu celular). O mesmo irá ocorrer com uma eventual teoria da gravitação quântica. A menos que seja necessário usar a forma mais ampla e complexa, suas antecessoras continuarão a ser usadas.

A busca por esta teoria final está no início, e obviamente existem controvérsias, teorias alternativas, falta de consenso, debates acirrados, egos abalados e mesmo teorias completamente malucas. Mas é este o mecanismo que impulsiona o progresso científico, o debate de ideias e a busca sistemática e rigorosa por novas e melhores explicações. Controvérsias, pelo menos as científicas, são decididas colocando-se todas as cartas (teorias) na mesa e comparando com o mundo real. As resistências sentimentais são normalmente eliminadas no longo prazo por esse processo autolimpante que é a ciência. No momento não sabemos qual a teoria que sairá vencedora nesse ambicioso projeto de unificação, nem se ela é uma das já propostas, mas certamente é inspirador que a busca por uma teoria que integra todas as interações do mundo real seja feita com tanta paixão por um cientista que interage cada vez menos com esse mesmo mundo.

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Fonte:http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/proa/noticia/2015/01/stephen-hawking-e-as-controversias-para-desenvolver-a-teoria-de-tudo-4691280.html

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A PROCURA DA FELICIDADE
FICHA TÉCNICA:

cinema_aprocuradafelicidadeTítulo original: (The Pursuit of Happyness)
Lançamento: 2006 (EUA)
Direção: Gabriele Muccino
Atores: Will Smith, Jaden Smith, Thandie Newton, Brian Howe.
Duração: 117 min
Gênero: Drama

 

ok_01Resiliência ok_01Persistência e firmeza de propósito

ok_01Empreendedorismo ok_01Determinação

Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.

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A REDE SOCIAL
 

Título original: The Social Network
Ano: 2010
País de origem:EUA
Duração: 190 minutos (3 horas e 10 minutos)
Gênero: Drama
Direção: David Fincher

ok_01Inovação ok_01Ética  ok_01Paradigmas

Em uma noite de outono, em 2003, graduado em Harvard e gênio em programação de computadores, Mark Zuckerberg se senta em seu computador e acaloradamente começa a trabalhar em uma nova  idéia. No furor dos blogs e programação, o que começa em seu quarto logo se torna uma rede social global e uma revolução na comunicação. Em apenas seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Mark Zuckerberg é o mais jovem bilionário da história... Mas para este empresário, o sucesso traz complicações pessoais e legais. Do diretor David Fincher e do roteirista Aaaron Sorkin, A Rede Social é um filme que prova que não é possível chegar a 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos. O filme é produzido por Scott Rudin, Dana Brunetti, Michael De Luca e Ceán Chaffin; e baseado no livro "The Accidental Billionaires" escrito por Ben Mezrich.

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BOLEIROS
 

Título Original:  Boleiros - Era Uma Vez o Futebol
País de Origem:  Brasil
Gênero:  Ação
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento:  1998
Estúdio/Distrib.:  Grupo Paris Filmes
Direção:  Ugo Giorgetti
 

ok_01Educação pelo Esporte ok_01Ética

A força de Boleiros reside no contraste entre as arestas da vida cotidiana e a grandeza do mito É o melhor filme sobre futebol que eu já assisti. Sensacional.(Gilmar dos Santos Neves) Boleiros é um clássico em domingo de sol.(Mauro Beting). É certamente um dos melhores filmes brasileiros (Rubens Ewald Filho) Boleiros é um filmaço. Emocionante. Envolvente...(Maria do Rosário). Um brinde a Ugo Giorgetti e companhia pela maravilhosa homenagem que presta à nossa maior paixão. (Juca Kfouri) O grande trunfo de Boleiro á a abordagem reflexiva de alguém que entende de bola e é apaixonado pelo assunto. (Marcelo Janot).

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COACH CARTER

Título original: (Coach Carter)
Lançamento: 2005 (Alemanha, EUA)
Direção: Thomas Carter
Atores: Samuel L. Jackson, Rob Brown, Robert Ri'chard, Rick Gonzalez.
Duração: 136 min
Gênero: Drama

ok_01Liderança ok_01Ética ok_01Metodo de Ensino
ok_01Educação pelo Esporte

A história real e inspiradora de um treinador que decide mostrar os diversos aspectos dos valores de uma vida ao suspender seu time campeão por causa do desempenho acadêmico dos atletas. Dessa forma, Ken Carter recebe elogios e críticas, além de muita pressão para levar o time de volta às quadras. É aí que ele deve superar os obstáculos de seu ambiente e mostrar aos jovens um futuro que vai além de gangues, prisão e até mesmo do basquete.

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COM O DINHEIRO DOS OUTROS

Título original: Other People's Money, - EUA, 1991
Gênero: Comédia
Duração: 103 min.
Tipo: Longa-metragem / Colorido.
Distribuidora(s): Warner Bros.
Produtora(s): Warner Bros. Pictures, Yorktown Productions

ok_01Negociação ok_01Ética ok_01Novos Paradigmas
ok_01Gestão da Mudança

Sob a capa de uma comedinha com alguns lances de safada sensualidade, discute a sério mazelas do capitalismo, o desemprego, a necessidade de as indústrias se adaptarem ao mundo em transformação veloz; a voracidade, a ganância sem fim dos investidores e especuladores de Wall Street, a predominância absurda do setor financeiro sobre o setor produtivo.
Nada mal para um filme feito em 1991, exatamente quando o império soviético e seus satélites estavam desmoronando. E é fascinante vê-lo agora, depois que a especulação, a liberdade total de ação sem qualquer regulamentação, a irresponsabilidade do sistema financeiro americano levaram o mundo inteiro à mais grave crise econômica desde 1929.
A trama gira em torno de dois capitalistas, empreendedores, de visão muito distinta do mundo, e da jovem mulher que será a ligação entre os dois. De um lado está Andrew Jorgenson, um homem honrado, industrial de sólidos princípios, que herdou do pai uma fábrica de fios e cabos, criada 81 anos atrás, e a dirige seguindo um estilo tradicional, rígido. Não poderia haver ator melhor para o papel desse representante do capitalismo produtivo cheio de honradez que Gregory Peck, a imagem acabada do sujeito honrado – como os personagens que interpretou, por exemplo, em O Sol é para Todos/To Kill a Mockingbird e A Luz é para Todos/Gentlemen’s Agreement. (A semelhança entre os títulos brasileiros dos dois filmes já foi comentada neste site.)
E do outro lado está Larry Garfield, o pirata de Wall Street. Larry é a caricatura escarrada de tudo o que se odeia no moderno capitalismo, dominado pela área financeira – tudo o que é objeto de ódio e desprezo tanto pelos comunistas, socialistas, esquerdistas de todos os matizes, quanto pelos próprios americanos, por mais apaixonados pelo capitalismo que sejam. Para Larry, a única coisa que interessa é o lucro; quanto maior e mais imediato for o lucro, melhor. Seu apelido é O Liqüidador, porque uma de suas manias é comprar e liqüidar empresas que não estejam sendo extremamente lucrativas.

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COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ

Título Original: 50 First Dates / Fifty First Dates
Lançamento 30 de abril de 2004 (1h 46min) 
Dirigido por Peter Segal
Com Adam Sandler, Drew Barrymore, Rob Schneider mais
Gênero Comédia , Romance
Nacionalidade EUA
 
ok_01Gestão de Vida e Carreira  ok_01Gestão do Tempo

Henry Roth (Adam Sandler) é um veterinário paquerador, que vive no Havaí e é famoso pelo grande número de turistas que conquista. Seu novo alvo é Lucy Whitmore (Drew Barrymore), que mora no local e por quem Henry se apaixona perdidamente. Porém há um problema: Lucy sofre de falta de memória de curto prazo, o que faz com que ela rapidamente se esqueça de fatos que acabaram de acontecer. Com isso Henry é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado.

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DE PORTA EM PORTA

Título original: Door to Door
Duração: 91 minutos
Gênero: Drama
Direção: Steven Schachter
Ano: 2002
País de origem:EUA / CANADÁ

 

 

ok_01Gestão de Vida e Carreira  ok_01Vendas ok_01Motivação/superação

Portland, Oregon, 1955. Apesar de ter nascido com uma paralisia cerebral, que cria limitações na sua fala e movimentos, Bill Porter (William H. Macy) tem todo o apoio da sua mãe para obter um emprego como vendedor na Watkins Company. Bill consegue o emprego, apesar de certa relutância devido às suas limitações, pois teria que ir de porta em porta oferecendo os produtos da companhia. Bill só conseguiu o emprego quando disse para lhe darem a pior rota. Primeiramente Bill é rejeitado pela pessoas "normais", mas ao fazer sua 1ª venda para uma alcóolatra reclusa, Gladys Sullivan (Kathy Baker), ele literalmente não parou mais. Por mais de 40 anos Bill caminhou 16 quilômetros por dia e, para ajudá-lo nesta trajetória, além da sua mãe e Gladys, surgiu Shelly Soomky Brady (Kyra Sedgwick).

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DIABO VESTE PRADA, O

The Devil Wears Prada
EUA , 2006 - 109 min.
Comédia
Direção:  David Frankel

Roteiro:  Aline Brosh McKenna, Don Roos

Elenco:  EUA, 2006 Comédia Elenco: Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Adrian Grenier, Simon Baker, Daniel Sunjata, Gisele Bündchen, Tracie Thoms, Jaclynn Tiffany Brown
ok_01Gestão de Vida e Carreira 
ok_01Gestão do Tempo ok_01Ética Profissional

Fonte: http://www.infoescola.com
Por Ana Lucia Santana
Este filme revela de forma genial os bastidores do universo fashion, particularmente os mecanismos que regem os editoriais de moda. Em O Diabo Veste Prada, inspirado na obra de Lauren Weisberger, o enredo gira em torno da arrogante Miranda Priestly, alterego da poderosa Anna Wintour, editora de moda da Revista Vogue americana.
 
Na trama, Miranda, interpretada magistralmente por Meryl Streep, trabalha na Revista Runway, submetendo e humilhando suas funcionárias e todos que, no mundo da moda, a temem e se submetem a ela, uma vez que a editora parece comandar, de cima de seu trono Prét-à-Porter, os destinos de grifes e estilistas, do próprio mercado fashion.
 
Andrea, vivida por Anne Hathaway, é a jornalista recém-formada em busca de uma oportunidade de trabalho. Trazendo em sua bagagem inúmeras expectativas e um total desconhecimento da esfera da moda, ela vai para Nova York e, sem imaginar o que a aguarda, é contratada para atuar na Runway.
 
Todos torcem o nariz para ela, não só Miranda, mas suas próprias colegas, que a humilham da mesma forma como a chefe as despreza. Inicialmente Andrea se recusa a adotar os valores e a aparência daquelas que ela denomina de ‘saltinhos’, por seguirem rigorosamente os padrões da moda, incluindo sapatos com os saltos mais altos e finos.
 
A jornalista, que nunca se importou com a aparência e adota um estilo totalmente pessoal e despojado, como se desprezasse literalmente o figurino feminino, entra imediatamente em confronto com o novo ambiente, mas ao mesmo tempo decide encarar o desafio e, aos poucos, vai dominando seu trabalho.
 
Miranda, porém, não facilitará sua vida, nem mesmo sua 1ª assistente, Emily (Emily Blunt), que tenta desde o início sabotar sua tentativa de conseguir o emprego na revista e tenta ser uma clone da chefe em relação aos colegas de trabalho. Antes de Andrea, várias outras candidatas haviam experimentado permanecer como 2ª assistente, sem êxito algum. Ironicamente este cargo é visto internamente com desdém, mas é cobiçado por inúmeras profissionais.
 
Tanto Miranda quanto Emily transmitem a Andrea os piores encargos, mas gradualmente a garota  vai conquistando a confiança da poderosa editora e transcendendo o potencial de Emily, mas a jornalista paga um alto preço por sua transformação em uma ‘saltinho’, cobrado sem demora por seu namorado e pelos antigos amigos.
 
Esta comédia, recheada de cenas engraçadas e picantes, levanta questões no mínimo interessantes. Afinal, Miranda é realmente uma líder diabólica, ou uma mulher forte, temperamental, assumindo tarefas normalmente destinadas aos homens, e que neles seriam vistas com naturalidade?
 
E Andrea, até que ponto ela pode assumir determinados valores e comportamentos impostos pelo convívio social sem distorcer sua própria personalidade? Como conciliar mundos tão distintos, uma vez que desejar vencer como profissional não é nenhum crime? Estas e outras indagações ganham um significado ainda maior quando se sabe que o filme é inspirado em uma história real, vivida pela própria autora de O Diabo Veste Prada quando ela trabalhou na Vogue sob as ordens da implacável Anna Wintour.
 
A direção segura e precisa de David Frankel, o figurino deslumbrante de Patrícia Field e a contagiante trilha sonora transformam este filme em uma das mais saborosas comédias desta década. Sem falar nas brilhantes atuações de Meryl e Anne, e na pequena participação da modelo Gisele Bündchem como a editora de uma revista de moda.

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12 HOMENS E UMA SENTENÇA
(12 Angry Men, 1957)

Direção: Sidney Lumet
Roteiro: Reginald Rose (história e roteiro)
Gênero: Drama/Policial
Origem: Estados Unidos
Duração: 96 minutos
Tipo: Longa-metragem

ok_01Preconceito ok_01Racismo ok_01Relações humanas ok_01Tribunal

ok_01Raciocínio Lógico

ELENCO
Henry Fonda 
Martin Balsam 
John Fiedler
Lee J. Cobb 
E.G. Marshall 
Jack Klugman 
Edward Binns
Jack Warden 
Joseph Sweeney
Ed Begley 
George Voskovec
Robert Webber 

Sinopse: Doze jurados devem decidir se um homem é culpado ou não de um assassinato, sob pena de morte. Onze têm plena certeza que ele é culpado, enquanto um não acredita em sua inocência, mas também não o acha culpado. Decidido a analisar novamente os fatos do caso, o jurado número 8 não deve enfrentar apenas as dificuldades de interpretação dos fatos para achar a inocência do réu, mas também a má vontade e os rancores dos outros jurados, com vontade de irem embora logo para suas casas.

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EM BOA COMPANHIA

Título original: In Good Company
Duração: 110 minutos (1 hora e 50 minutos)
Gênero: Comédia
Direção: Paul Weitz
Ano: 2004
País de origem:EUA
 
ok_01Hierarquia e os novos tempos ok_01Ética
ok_01Mercado de trabalho ok_01Vendas

Dan Foreman (Dennis Quaid) tem 51 anos, é chefe de vendas de publicidade da revista semanal Sports America, e leva uma vida, em geral, boa. Eis que surge Carter Duryea (Topher Grace), um jovem e audacioso publicitário de 26 anos que assume o cargo de Dan quando a Sports America é adquirida pela multinacional Globecom. Em casa, a vida destes dois homens passa por uma certa turbulência. Dan tem duas filhas, Alex (Scarlett Johanson) com 18 anos e Jana com 16, e acaba de saber da inesperada gravidez de sua esposa. Entre gastos com faculdade, hipoteca e um novo bebê, precisa manter seu emprego na multinacional. Já para Carter, sua promoção coincide com o final de seu casamento de sete meses. Quando o destino une Carter e Alex e eles começam um romance esta criado o ambiente perfeito para as situações mais engraçadas. O mais divertido disto tudo é ver o que estes dois homens são capazes de fazer para continuar em uma boa compania.

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ENCONTRO MARCADO

cinema_encontromarcadoGênero: Romance
Direção: Martin Brest
Roteiro: Bo Goldman, Jeff Reno, Kevin Wade, Ron Osborn
Elenco: Anthony Hopkins, Brad Pitt, Claire Forlani, Jake Weber, Marcia Gay Harden
Produção: Martin Brest
Fotografia: Emmanuel Lubezki
Trilha Sonora: Thomas Newman
Duração: 180 min.
Ano: 1998

Anthony Hopkins é William Parrish, um homem forte e saudável, empresário muito poderoso que recebe uma visita inesperada do anjo da Morte, representado pelo misterioso Joe Black (Brad Pitt). Recuperando-se da perda da esposa, William está em ótima fase nos negócios e em seu relacionamento com suas duas queridas filhas, Allison (Marcia Gay Harden) e Susan (Claire Forlani). Portanto, ele faz um acordo com Joe que, por sua vez, está muito curioso sobre a vida na Terra. William, então, terá mais algum tempo para se despedir das filhas e arrumar seus negócios antes de partir, enquanto Joe ficará acompanhando-o e experimentando a vida como um mortal. Joe, durante sua passagem por aqui, estimula muitas mudanças no próprio William e em sua família, apaixonando-se por Susan.

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ESCAFANDRO E A BORBOLETA, O

Título original: (Le Scaphandre et le Papillon) | Lançamento: 2007 (França, EUA) | Direção: Julian Schnabel  | Atores: Mathieu Amalric, Emmanuelle Seigner, Marie-Josée Croze, Anne Consigny. | Duração: 112 min | Gênero: Drama
No elenco:
Mathieu Amalric (Jean-Dominique Bauby)
Emmanuelle Seigner (Céline Desmoulins)
Marie-Josée Croze (Henriette Durand)
Anne Consigny (Claude)
Patrick Chesnais (Dr. Lepage)
Niels Arestrup (Roussin)
Olatz Lopez Garmendia (Marie Lopez)
Jean-Pierre Cassel (Lucien / Vendeur Lourdes)
Marina Hands (Joséphine)

ok_01Resiliência ok_01Motivação
Sinopse
Jean-Dominique Bauby (Mathieu Amalric) tem 43 anos, é editor da revista Elle e um apaixonado pela vida. Mas, subitamente, tem um derrame cerebral. Vinte dias depois, ele acorda. Ainda está lúcido, mas sofre de uma rara paralisia: o único movimento que lhe resta no corpo é o do olho esquerdo. Bauby se recusa a aceitar seu destino. Aprende a se comunicar piscando letras do alfabeto, e forma palavras, frases e até parágrafos. Cria um mundo próprio, contando com aquilo que não se paralisou: sua imaginação e sua memória.
Veja os comentários:
Colocar o espectador na posição do protagonista é o objetivo de toda narrativa dramática, mas como fazer isso plenamente quando o protagonista é alguém como Jean-Dominic Bauby?
Editor da revista Elle francesa, Bauby sofreu um derrame cerebral e perdeu sua locomoção. Tirava seu sustento do mundo das aparências e de uma hora para outra seu corpo se tornou um constrangimento. Dentro desse "escafandro", Bauby raciocinava normalmente, mas precisou aprender a se comunicar com o mundo de forma restrita. Mais exatamente, com o olho esquerdo. Piscar uma vez é "sim", duas vezes é "não".
 
A história real de Jean-Dominic Bauby é diferente de outras tragédias por seu modelo de superação. Ele chegou a ditar um livro inteiro - as suas memórias, que dão nome ao filme - só de piscar. E aí volta-se à questão primeira: como O Escafandro e a Borboleta (Le Escaphandre et le Papillon, 2007) pode contar uma história dessas sem banalizar a condição de Bauby?
 
O diretor Julian Schnabel, em seu terceiro longa-metragem, o primeiro depois da consagração com Antes do Anoitecer (2000), começa com truques de câmera. Passamos o início todo do filme - Bauby, logo após o derrame, imóvel na cama do hospital - com uma única perspectiva subjetiva: a câmera fazendo-se passar pelo olho esquerdo dele, tentando entender o redor. Mudanças de lente e de foco ampliam o mal-estar, a sensação inicial que Schnabel nos impõe.
 
Demora mais um bom tempo até que tenhamos o contraplano, que vejamos o rosto do ator Mathieu Amalric (em atuação com a usual entrega). Na verdade, Schnabel só mostra o rosto torto de Bauby na metade do filme - não por acaso, no momento em que o personagem decide parar de ter pena de si mesmo, momento em que a "borboleta" sai do casulo. É um trajeto ético, acima de tudo, esse que o cineasta nova-iorquino divide conosco.
 
Ético não só na forma como nos aproximamos de Bauby, mas também dos seus familiares. A importância do toque perdido entre pai e filho, implícita na cena desta primeira foto ao lado. O momento de vazio em que o pai precisa aguardar silencioso no telefone as piscadelas traduzidas por uma enfermeira... A sensibilidade com que O Escafandro e a Borboleta trata todas as pessoas atingidas pela tragédia é bastante tocante. E não é uma emoção fácil, mas trabalhada, dura por vezes, como na hora em que a ex-esposa precisa servir de intérprete no telefone às confissões da namorada de Bauby.
 
É uma curiosa coincidência que O Escafandro e a Borboleta esteja estreando no mesmo dia de Do Outro Lado. O segundo levou o prêmio de melhor roteiro em Cannes em 2007, e o primeiro o de melhor direção, porque ambos chamam atenção para si mesmos, como se dissessem ao espectador "olha que genial essa solução de roteiro" ou "veja como eu uso a câmera nesta cena". É um filme francamente mais poético e menos choroso do que seus pares de gênero, mas quem não gosta de direção pesada pode se incomodar com a obra de Schnabel.
 
Já quem se conforta com demonstrações abertas de estilo - e é evidente a evolução do cineasta como esteta de cinema espetaculoso - pode até reconhecer que O Escafandro e a Borboleta é um filme sem igual.

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HOMENS DE HONRA

Diretor: George Tillman Jr..
Elenco: Cuba Gooding Jr., Robert De Niro, Charlize Theron, David Keith, Aunjanue Ellis, Hal Holbrook e Michael Rapaport.
Produção: Robert Teitel, Bill Badalato
Roteiro: Scott Marshall Smith
Fotografia: Anthony Richmond
Trilha Sonora: Mark Isham
Duração: 129 min.
Ano: 2000
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Classificação: 12 anos

ok_01Ética ok_01Liderança
ok_01Planejamento de Carreira ok_01Responsabilidade Social
ok_01Treinamento e Desenvolvimento

Men of Honor, é um filme norte-americano de 2000, dirigido por George Tillman Jr., com guião de Scott Marshall Smith e banda sonora de Mark Isham. É baseado na estória verdadeira do Sargento Carl Brashear.
Carl Brashear (Cuba Gooding Jr.) veio de uma humilde família negra, que vivia em uma área rural em Sonora, Kentucky. Ainda garoto, no início dos anos 40, já adorava mergulhar, sendo que quando jovem se alistou na Marinha esperando se tornar um mergulhador. Inicialmente Carl trabalha como cozinheiro que era uma das poucas tarefas permitidas a um negro na época. Quando resolve mergulhar no mar em uma sexta-feira acaba sendo preso, pois os negros só podiam nadar na terça-feira, mas sua rapidez ao nadar é vista por todos e assim se torna um "nadador de resgate", por iniciativa do capitão Pullman (Powers Boothe). Quando Brashear solicita a escola de mergulhadores encontra o comandante Billy Sunday (Robert De Niro), um instrutor de mergulho áspero e tirânico que tem absoluto poder sobre suas decisões. No princípio Sunday faz muito pouco para encorajar as ambições de Brashear e o aspirante a mergulhador descobre que o racismo no exército é um fato quando os outros aspirantes brancos - exceto Snowhill (Michael Rapaport), que por isto foi perseguido por Sunday - se negam a compartilhar um alojamento com um negro. Mas a coragem e determinação de Brashear impressionam Sunday e os dois se tornam amigos quando Brashear tem de lutar contra o preconceito e a burocracia militar, que quer acabar com seus sonhos de se tornar comandante e reformá-lo.
Elenco
 Robert De Niro — Capitão Chefe Leslie W. 'Billy' Sunday
 Cuba Gooding Jr. — Boatswain's Mate Carl Brashear
 Charlize Theron — Gwen Sunday
 Aunjanue Ellis — Jo
 Hal Holbrook — Capitão 'Sr. Pappy'
 Michael Rapaport — Gunner's Mate First Class Snowhill
 Powers Boothe — Captain Pullman
 David Keith — Captain Hartigan
 Holt McCallany — MM1 Dylan Rourke
 Joshua Leonard — PO2 Timothy Douglas Isert
 Dennis Troutman — Boots
 Joshua Feinman — DuBoyce
 Paullo Fernandes — FC Mellegranno
 Gabriel Moura — Surveyor 2nd Yarmouth
 Eduardo de Lima- Master batle

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INVICTUS


Invictus (PT/BR)  Estados Unidos 2009
Cor •  133 min
Produção Direção Clint Eastwood | Roteiro Anthony Peckham |
Elenco original Morgan Freeman | Matt Damon.
Género Drama Idioma original Inglês
Lançamento  28 de Janeiro de 2010 | IMDb: (inglês) (português)

ok_01Negociação ok_01Ética ok_01Liderança

Com direção de Clint EastwoodInvictus é um filme do gênero drama que acompanha um emocionante momento na vida de Nelson Mandela (Morgan Freeman) que sai da prisão em 1990, torna-se presidente em 1994 e os anos subsequentes. Na tentativa de diminuir a segregação racial na África do Sul, a realização da Copa do Mundo de Rugby de 1995, naquele país, é utilizado para tentar amenizar o fosso entre negros e brancos, fomentado por quase 40 anos. O jogador Francois Pienaar (Matt Damon) é o capitão do time e será o principal parceiro de Mandela na empreitada.

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LINCOLN

Lançamento: 25 de janeiro de 2013 (2h 30min)
Dirigido por Steven Spielberg
Gênero: Biografia , Drama
Nacionalidade: EUA

ok_01Negociação ok_01Ética ok_01Liderança

Elenco:
Daniel Day Lewis como Presidente Abraham Lincoln
Sally Field como Primeira-Dama Mary Todd Lincoln
Tommy Lee Jones como Congressista Thaddeus Stevens
David Strathairn como Secretário de Estado William H. Seward
Joseph Gordon-Levitt como Robert Todd Lincoln
James Spader como William Bilbo
Hal Holbrook como Francis Preston Blair
John Hawkes como Coronel Robert Latham
Jackie Earle Haley como Vice-Presidente dos Estados Confederados da América Alexander H. Stephens
Lee Pace como Congressista Fernando Wood
Jared Harris como General Ulysses S. Grant

Lincoln é um filme americano biográfico. Um drama lançado em 2012, dirigido por Steven Spielberg, com Daniel Day-Lewis no papel do presidente dos Estados Unidos Abraham Lincoln e Sally Field como Mary Todd Lincoln.
O filme baseia-se no livro Team of Rivals: The Political Genius of Abraham Lincoln de Doris Kearns Goodwin e abrange os quatro últimos meses de vida de Lincoln durante a Guerra Civil norte-americana, que acabou com a vitória do Norte. Ao mesmo tempo em que se preocupava com o conflito, o o 16º presidente norte-americano, Abraham Lincoln (Daniel Day-Lewis), travava uma batalha ainda mais difícil em Washington. Ao lado de seus colegas de partido, tentando passar uma emenda à Constituição dos Estados Unidos que acabava com a escravidão.
Lincoln recebeu aclamação da crítica, com louvor dirigido ao desempenho de Day-Lewis. Em dezembro de 2012, o filme foi indicado para sete Globos de Ouro, incluindo melhor filme dramático, melhor direção para Spielberg e ganhou na categoria de melhor ator em filme dramático para Day-Lewis. Na 85ª edição dos Academy Awards, o filme ganhou dois prêmios da Academia de melhor direção de arte e melhor ator para Day-Lewis, em 12 nomeações.5 O filme também foi um sucesso comercial, tendo arrecadou mais de 270 milhões dólares em bilheteria.

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cinema_maostalentosas

 

MÃOS TALENTOSAS - A história de Benjamin Carson

Baseado em uma história real sobre Dr. Ben Carson.
No Brasil, lançado direto em DVD.
Gifted Hands: The Ben Carson Story, 2009
Diretor: Thomas Carter
Elenco: Cuba Gooding Jr., Kimberly Elise, Ele Bardha, Loren Bass, Lesley Bevan, Jesse Christian
Produção: Bruce Stein, Erin Keating, Margaret Loesch
Roteiro: John Pielmeier
Fotografia: John B. Aronson
Trilha Sonora: Martin Davich
Duração: 90 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Hatchet Films / Sony Pictures Entertainment
Classificação: 12 anos

ok_01Planejamento de Carreira ok_01Treinamento e Desenvolvimento
O filme conta a história do menino pobre que se tornou neurocirurgião de fama mundial. Ben Carson (Cuba Gooding Jr.) era um menino pobre de Detroit, desmotivado, que tirava notas baixas na escola. Entretanto, aos 33 anos, ele se tornou o diretor do Centro de Neurologia Pediátrica do Hospital Universitário Johns Hopkins, em Baltimore, EUA.

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MONEYBALL - O HOMEM QUE MUDOU O JOGO

Diretor: Bennett Miller
Produção: Michael De Luca, Rachael Horovitz, Scott Rudin
Roteiro: Steven Zaillian, Aaron Sorkin
Fotografia: Wally Pfister
Trilha Sonora: Mychael Danna
Duração: 133 min.
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Columbia Pictures / Scott Rudin Productions / Michael De Luca Productions
Classificação: 10 anos

Elenco: Brad Pitt, Jonah Hill, Philip Seymour Hoffman, Robin Wright, Chris Pratt, Stephen Bishop, Brent Jennings, Ken Medlock, Tammy Blanchard, Jack McGee, Vyto Ruginis, Nick Searcy, Glenn Morshower, Casey Bond, Nick Porrazzo, Kerris Dorsey, Arliss Howard, Reed Thompson, James Shanklin, Diane Behrens, Takayo Fischer, Derrin Ebert, Miguel Mendoza, Adrian Bellani, Tom Gamboa, Barry Moss, Artie Harris, Bob Bishop, George Vranau, Phil Pote, Art Ortiz, Royce Clayton, Marvin Horn, Brent Dohling, Ken Rudulph, Lisa Guerrero, Christopher Dehau Lee, Joe Satriani, Simon James, Greg Papa, Bob Costas, Tim McCarver, Eddie Frierson, Glen Kupier, Joe Provost, John Brantley Cole, Jake Wilson, Robert P. Macaluso, Keith Middlebrook, Damon Farmar, Michael Gillespie, Chad Kreuter, Blake Pike, Robert Ninfo, Gary "G. Thang" Johnson, Corey Vanderhook, Melvin Perdue, Ari Zagaris, Jon Stein, Madeleine G. Hall, Holly Pitrago, Ken Korach, Julie Wagner, Ken Colquit, Eric Winzenried, Richard Padilla, Ed Montague, Jack Knight, Patrick Riley, Phil Benson, Joyce Guy, George Thomas
 

ok_01Estatística e gerenciamento ok_01Gestão de Pessoas

ok_01Administração

Sinopse: A história de Billy Beane, gerente geral do time de beisebol Oakland A e sua tentativa bem sucedida de reduzir o orçamento do clube usando um programa de computador para escolher seus jogadores.
Na trama dirigida por Bennett Miller, ‘O Homem que Mudou o Jogo’ conta a história de um gerente de um time de baseball chamado Billy Beane. Ele revolucionou o esporte ao trazer um sofisticado programa de estatísticas feitas em computador para o clube, fazendo com que a equipe fosse uma das melhores da época.
Atualizado em 05/02/2012
Por Guilherme RoseguiniSão Paulo
Baseado em fatos reais, filme estrelado por Brad Pitt revela que gráficos e tabelas ditam tendências. Clubes brasileiros passam adotar os números.
O esporte é imprevisível, tem espaço para o acaso, para a surpresa e para o inesperado. Mas que há quem pense diferente, e enxergue as disputas esportivas como uma combinação curiosa de dados e números. Uma matemática que pode ser transformada em vitória.
Trata-se de um dirigente de uma equipe de beisebol com orçamento modesto, que busca alternativas para reconstruir o elenco e encarar adversários milionários. Beane decide fugir do convencional, e contrata atletas a partir de estatísticas até então, completamente ignoradas pelos dirigentes. Uma revolução silenciosa conduz o uso de estatísticas para um lugar de relevância. Uma tendência que já movimenta empresas, clubes, universidades, e chegou até à Seleção Brasileira.
- A demanda tem aumentado demais, cada vez mais essa informação é importante. Informação vale dinheiro. Informação é poder - afirmou José Eduardo Romanini, diretor da Footstats.
A empresa de José acompanha quase todas as partidas disputadas no Brasil coletando dados. São chutes, passes, dribles, lançamentos, faltas, cartões. Tudo se transforma em gráficos, tabelas e tendências. Clubes e agentes de jogadores compram esse material em busca de soluções para os problemas, e muitas vezes, conseguem.
 
Exemplo no Flamengo
- A gente indicava que o Léo Moura precisa chutar mais de for da área, porque ele tinha um aproveitamento absurdo, mas chutava pouco de fora da área. O técnico gostou da ideia, colocou ele pra treinar, e fez gols de fora da área - explicou José Eduardo.
Claro que os números não explicam tudo, não decidem os jogos, especialmente num esporte tão complexo, com tantas variáveis como o futebol. O que eles podem fazer é apontar caminhos normalmente não percebidos. E, em alguns casos, são tão simples e tão importantes que chegam a surpreender, como os cruzamentos.

Exemplo Fluminense e Barcelona
- Se você pegar o maior cruzador do ano passado foi o Mariano, do Fluminense. Ele acerta 28% dos cruzamentos, 72% ele erra. E ele é o melhor. Ou seja, tem alguma coisa errada aí. Tem que cruzar menos. O Barcelona, por exemplo, não cruza bola.
Novo mercado
Por conta desse novo cenário, os clubes abrem cada vez mais espaço para o profissional capaz transformar esses números em algo prático, que melhore o desempenho das equipes. No Corinthians, por exemplo, estatística é assunto sério, e é tratado como prioridade.

Corinthians investe nas estatísticas
- O futebol é um esporte que conta muito com a imprevisibilidade, da sequência de ocorrências de um jogo, mas tem algumas coisas que se consegue quantificar, e através dos números é possível identificar situações que caracterizam uma equipe, situações de jogo, e isso ajuda muito - diz Fernando Lázaro, gerente de novas tecnologias do Corinthians.
Para aproveitar a parte do jogo que pode ser quantificada, Fernando Lázaro e outros três profissionais analisam o elenco do clube e os rivais. Antes do jogo, cada jogador recebe um email com conteúdo específico, detalhando o adversário que ele vai encarar naquele dia.
- A gente vai passando algumas coisas individuais para os atletas. Para os goleiros passamos os batedores: quem chuta de fora da área. É uma coisa específica, um vídeo de até três minutos, sobre um cara que vai ser da área de atuação dele. O lateral direito vai receber informação do meia esquerda, do atacante que cai ali, explica.

Seleção Brasileira
Mano Menezes adota este tipo de abordagem, ele levou para equipe nacional um especialista para ajudá-lo com os números.
- A estatística acompanha o desempenho dos jogadores, ajuda o treinador a decidir e o jogador está bem ou não naquele momento. Dá um subsídio quantitativo e qualitatitvo pro treinador decidir o que ele vai fazer com a equipe. Uma proposta diferente de ter esse trabalho, para acompanhar todas as seleções, acompanhar os nossos jogadores no exterior - explica Rafael Vieira, analista de desempenha da Seleção Brasileira.

Futebol Internacional
Para analisar atletas do exterior, existem mais ferramentas. Clubes da Europa utilizam com frequência uma tecnologia avançada para conseguir outras estatísticas, que o olho humano não pode captar.
Dez câmeras espalhadas no estádio identificam cada um dos vinte e dois atletas do jogo. As ações deles são mapeadas durante toda a partida. No final, é possível saber, entre outras coisas, por quais áreas eles se movimentam, quais as velocidades que alcançam e qual distância percorrem no jogo. Informações valiosas, que ajudam a derrubar muitos mitos do esporte.
- Antigamente se pensava que num jogo de futebol se corria 10 km. E muitas pessoas falam: o jogador corre 10 km. Se você dividir nas faixas de velocidade, descobre que as corridas de alta intensidade representam algo como 1 km. A maior parte do tempo o jogador está parado, andando, trotando. Isso dá um indicativo muito importante pra comissão técnica em termos da preparação física - diz Sérgio Cunha, pesquisador da Unicamp.

Pesquisa em andamento no Brasil
Na Universidade de Campinas, Sérgio já pesquisa dados produzidos por esse sistema e diz que ele vai abrir outras portas para a compreensão do futebol. São mais estatísticas, mais possibilidades, mas isso não será suficiente para definir campeonatos. Sempre vai existir a criatividade, o inusitado, o mágico. Os números só vão ajudar.

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cinema_Trocando os pésTROCANDO OS PÉS (The Cobbler)

Elenco: Adam Sandler, Dustin Hoffman, Dan Stevens, Steve Buscemi
Direção:  Thomas McCarthy
Gênero:  Comédia Dramática
Duração: 99 min.
Distribuidora: Imagem Filmes
Estreia: 9 de Abril de 2015
 

ok_01Papeis na vida ok_01Gestão de Pessoas ok_01Resiliência ok_01Empatia

Sinopse:

Em Trocando os Pés, um sapateiro solitário vive nos tempos modernos em Nova York. Ele sente que sua vida não está indo para lugar nenhum, mas, ao descobrir uma herança familiar, ele ganha a capacidade de literalmente “andar os passos de outro homem” e ver o mundo de forma diferente.

Curiosidades:
» Para o personagem, Adam Sandler se inspirou no sapateiro que tinha uma loja embaixo da casa dele e por onde passava diariamente.
» O diretor Thomas McCarthy também assinou o roteiro ao lado do estreante Paul Sado.

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cinema_piratasdovaledosilicio

 

PIRATAS DO VALE DO SILÍCIO

Título no Brasil:  Piratas da Informática / Piratas do Vale do Silício
Título Original:  Pirates of Silicon Valley
País de Origem:  EUA
Gênero:  Drama, biografia
Classificação etária: 14 anos
Tempo de Duração: 97 minutos
Temas abordados: Científico tecnológico
Elenco: Noah Wyle (Steve Jobs), Joey Slotnick (Steve Wozniak), J.G. Hertzler
 (Ridley Scott), Anthony Michael Hall (Bill Gates), Wayne Pére (Captain
Crunch), Sheila Shaw (Mrs. Wozniak), Gema Zamprogna (Arlene), John Di
Maggio (Steve Ballmer), Josh Hopkins (Paul Allen) e Gailard Sartain (Ed
Roberts)
Ano de Lançamento:  1999
País/Ano de Produção: EUA / 1999
Site Oficial:  http://alt.tnt.tv/movies/tntorigina ls/pirates/frame_index.htm
 Estúdio/Distrib.:  Warner Home Vídeo
Direção:  Martyn Burke

ok_01Inovação ok_01Ética ok_01Novos Paradigmas  ok_01Criação de Negócios
O filme já é antigo para os padrões de filmagem de hoje. O filme foi gravado em 1999. Para se ter idéia 2011-1999=12. Sim já faz 12 desde o lançamento do filme e muitos adoradores da informática, quando querem entender ou tem curiosidade como aconteceu a evolução da informática assistem ao filme, já que o conteúdo retrata bem cronologia da informática.
 
O filme aborda como as duas gigantes hoje do mercado mundial a Apple e Microsoft evoluíram e atingiram o ápice. Tudo aconteceu na década de 70 e tudo guiado por jovens entusiastas, são eles Steve Jobs, Wozniak, Paul Allen e o não tão menos famoso Bill Gates. No que antes apenas grandes empresas tinham a possibilidade de adquirirem máquinas (Computadores) para uso, os quatros jovens mudaram o rumo da informática e hoje se muitos têm fáceis acesso a computadores foi graças a que esses “malucos” que ousaram a fazer maluquices em plena década de 70.
 
Steve Jobs e Wozniak
Os dois co-fundadores da Apple a principio eram apenas universitários da Califórnia. Embora muitos não saibam Steve Jobs era problemático e levava uma meio estranha, tanto é que tinha um jeitão Hippie e ainda por cima não conheceu sua mãe verdadeira, além do mais fazia terapias contra o uso de drogas. Diferentes, Wozniak já era mais animado, adorava contar piadas e além do mais é claro de ser muito inteligente.
 
Na faculdade fizeram a primeira invenção. Os donos da Apple conheceram ainda na faculdade um colega que ao emitir o som de um apito descobriu que o mesmo som de saída tinha relação com os aparelhos da empresa AT&T. E assim com algumas modificações criaram a “Caixa Azul” que tinha como base fazer ligações para longas distancias grátis.
 
Bill Gates
Como sabemos hoje além de ser muito rico, o sujeito é muito inteligente. Na ocasião quando jovem e retratado no filme Bill estudará em Harvard. Mesmo sendo nerd adorava zoação com seus amigos, entre eles Pall Allen.
Fonte e maiores informações: http://guiadicas.net/resumo-do-filme-piratas-do-vale-do-silicio/

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SHOW DE TRUMAN

Título original: (The Truman Show)
Lançamento: 1998 (EUA)
Direção: Peter Weir
Atores: Jim Carrey, Ed Harris, Laura Linney, Noah Emmerich.
Duração: 102 min
Gênero: Drama
 

ok_01Midia e modernidade ok_01Direito de Imagem ok_01Papeis na vida

Pacato vendedor de seguros (Jim Carrey) tem sua vida virada de cabeça para baixo quando descobre que o astro, desde que nasceu, de um show de televisão dedicado a acompanhar todos os passos de sua existência.

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TOY STORY

Título Original: Toy Story
Título Traduzido: Toy Story
Gênero: Animação | Comédia | Família
Diretor: John Lasseter
Lançamento: 22/12/1995
Duração: 87min

ok_01Gestão de Pessoas ok_01Comportamento Organizacional

ok_01Aculturação

Sinopse: O aniversário de Andy está chegando e os brinquedos estão nervosos. Afinal de contas, será que um deles será esquecido por alguma nova maravilha da tecnologia? Este é o dilema central de Toy Story, que nos apresenta a história de como Woody, um caubói do faroeste, e Buzz Lightyear, um astronauta do espaço, se conhecem e disputam a preferência de Andy.

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ÚLTIMA FORTALEZA, A

Título original: (The Last Castle)
Lançamento: 2001 (EUA)
Direção: Rod Lurie
Atores: Robert Redford, James Gandolfini, Steve Burton, Addison Pate
Duração: 131 min
Gênero: Drama

ok_01Liderança ok_01Ética

O General Irwin (Robert Redford) é um condecorado militar do exército americano que perde sua patente e sua liberdade após ser injustamente condenado por uma corte militar a passar o resto de sua vida em uma penitenciária de segurança máxima. Lá ele conhece o Coronel Winter (James Gandolfini), que dirige a prisão com punho de ferro. De início há um respeito recíproco entre eles, que logo se torna ressentimento após Irwin discordar de alguns dos métodos de Winter no comando da prisão. Disposto a calar Irwin de qualquer maneira, as táticas de Winter apenas o motivam a liderar uma rebelião de prisioneiros para conseguir tirá-lo do poder.
O filme mostra que a liderança é uma competência de caráter relacional, isto é, pressupõe uma relação entre duas ou mais pessoas fundamentada no exercício da influência e do poder. "O poder é o exercício da liderança. Em verdade, inexiste isoladamente, pois o que encontramos são relações de poder. É notório, no filme,  que se questione: como o poder é exercido por um líder?".

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